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Nome: Taina Tikkanen (leia-se Táina Tíkkanen) é finlandês e foi herdado de meu pai.
Formação acadêmica: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Mackenzie.
Personalidade arquitetônica: uma mescla da objetividade e organização de um país nórdico com o calor e a criatividade dos trópicos.
Projetos: incluem tanto obras novas quanto reformas de residências, escritórios, lojas, indústrias e empresas, assim como interiores e mobiliário, nas regiões da Grande São Paulo, interior e litoral do Estado.
Parcerias com outros profissionais: projetos de estrutura (cálculo estrutural), projetos de instalações (hidráulica, elétrica, telefonia e comunicações) e licenciamento de obras e plantas nos órgãos oficiais. |
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Arquitetura é o ofício de projetar espaços realistas para a expansão dos planos, sonhos e sentimentos das pessoas naquilo que elas constroem. Harmonizar curvas, volumes e linhas do ambiente com as cores da imaginação compõe a arte de traçar caminhos para que todos se reconheçam nos lugares de morar, trabalhar, encontrar, descansar. Viver.
O estilo de meu trabalho é adequar o projeto arquitetônico ou o desenho de interiores às necessidades e anseios dos clientes. Esta adequação implica conciliar os resultados desejáveis com o orçamento, com a tecnologia de construção e até com a capacidade de execução do projeto por mão-de-obra contratada, sempre preocupada com a harmonia e a funcionalidade.
O arquiteto ao projetar, leva em consideração aspectos técnicos que proporcionam o conforto: insolação e ventilação, otimização de espaços de circulação, setorização do programa, topografia, entorno e materiais a serem empregados. Considero minha função, elaborar projetos que unam esses fatores aos anseios e meios dos clientes. Respeitados esses limites, que prefiro encarar como desafios, minhas próprias visões preenchem os desejos de futuros usuários com curvas, volumes e linhas capazes de projetá-los para além da fronteira do convencional. Cada projeto adquire seu próprio caráter.
No desenho e planejamento de ambientes, cores ganham primeiro plano. Não tanto como elementos decorativos, ou exóticos, mas compondo espaços para uma experiência estética, também, além de funcional. Flexibilidade é outra palavra-chave - mobiliário e objetos que possam ser reposicionados no ambiente, para usos variados e satisfação de novas necessidades.
Nos projetos empresariais, de construções como de interiores, harmonizar escala com estilo e criar uma atmosfera inspiradora para empregados, clientes e visitantes são os principais objetivos. A impessoalidade da relação com o cliente dá maior liberdade ao arquiteto, mas também exige a capacidade de captar e projetar a identidade da empresa no novo espaço. |